segunda-feira, 27 de outubro de 2008

>> UMA HISTÓRIA INTERESSANTE... SOBRE A BÍBLIA!

Fato ocorrido em 1892:

Um senhor de 70 anos viajava de trem tendo ao seu lado um jovem universitário, que lia o seu livro de ciências. O senhor, por sua
vez, lia um livro de capa preta. Foi quando o jovem percebeu que se tratava da Bíblia, e estava aberta no livro de Marcos. Sem muita
cerimônia o jovem interrompeu a leitura do velho e perguntou:

- O senhor ainda acredita neste livro cheio de fábulas e crendices?
- Sim. Mas não é um livro de crendices é a Palavra de Deus.

Estou errado?

- Claro que está! Creio que o senhor deveria estudar a história geral. Veria que a Revolução Francesa, ocorrida há mais de 100
anos, mostrou a miopia da religião. Somente pessoas sem cultura ainda crêem que Deus criou o mundo em seis dias. O senhor deveria
conhecer um pouco mais sobre o que os cientistas dizem sobre isso.

- É mesmo? E o que dizem os cientistas sobre a Bíblia?
- Bem, respondeu o universitário, vou descer na próxima estação, mas deixe o seu cartão que eu lhe enviarei o material pelo correio.
O velho então, cuidadosamente, abriu o bolso interno do paletó, e deu o cartão ao universitário. Quando o jovem leu o que estava
escrito saiu cabisbaixo se sentindo pior que uma ameba. O cartão dizia:


'Louis Pasteur, Diretor do Instituto de Pesquisas Científicas da École Normale de Paris'.

'UM POUCO DE CIÊNCIA NOS AFASTA DE DEUS . MUITO, NOS APROXIMA'


Assinado : Louis Pasteur

quinta-feira, 9 de outubro de 2008

>> A corrente da Desgraça (falta de graça)

Quando me sinto injustiçado, posso inventar centenas de razões contra o perdão. "Ele precisa aprender uma lição". "Vou deixá-la sofrendo por um tempo; isto vai fazer-lhe bem". "Não sou eu quem deve dar o primeiro passo". Quando finalmente me rendo ao ponto de conceder o perdão, parece que ocorre um salto, da razão para a emoção.

Um fator que me motiva a perdoar é que como cristão, filho de um Pai que perdoa, devo fazê-lo. Jesus disse: "Se tiverem alguma coisa contra alguém, perdoem-no, para que também o Pai celestial lhes perdoe os seus pecados" (Mateus 11:25).

Mas além disso, posso identificar três razões pragmáticas. Primeiro, o perdão interrompe o ciclo da culpa e da dor, quebrando a corrente da falta de graça. Sem o perdão, permanecemos presos às pessoas às quais não conseguimos perdoar, presos nas garras do seu domínio.

Segundo, o perdão liberta o ofensor da culpa. Dá a possibilidade de transformação da parte culpada, mesmo se ainda for necessária uma justa punição.

E terceiro, o perdão cria uma ligação notável, colocando aquele que perdoou do lado do ofensor. Não somos muito diferentes dos que erram como gostaríamos de pensar, pois nós também precisamos pedir ao nosso Pai celestial: "Perdoa as nossas dívidas" (Mateus 6:12).