sexta-feira, 13 de março de 2009

>> Ser ou Não Ser

Quando criança, os garotos no pátio de recreação citavam brincando a famosa frase de Shakespeare: “Ser ou não ser – eis a questão!” Mas na realidade nós não entendíamos o que ela significava. Mais tare aprendi que o herói de Shakespeare, Hamlet, que falava estas palavras, é um príncipe melancólico que soube que seu tio matou seu pai e casou com sua mãe. O horror que ele sentiu é tão perturbador que ele pensou em suicídio. A questão para ele era: “ser” (seguir vivendo) ou “não ser” (tirar sua própria vida).

Às vezes, a dor na vida pode tornar-se tão devastadora que somos induzidos ao desespero. O apóstolo Paulo disse à igreja de Corinto que sua perseguição na Ásia fora tão intensa que ele estava “a ponto de desesperarmos até da própria vida” (2 Coríntios 1:8). Mas ao concentrar-se novamente em Deus que o sustentava, fortaleceu-se em vez de sentir-se sobrecarregado e aprendeu: “para que não confiemos em nós, e sim no Deus que ressuscita os mortos” (2 Coríntios 1:9).

As provações podem nos fazer crer que a vida não é mais digna de ser vivida. Focalizar-nos em nós mesmos pode nos levar ao desespero. Mas ao depositarmos nossa confiança em Deus teremos uma perspectiva totalmente diferente. Enquanto vivermos neste mundo, podemos ter certeza que a suficiência de nosso Deus irá nos sustentar. E como Seus seguidores, sempre teremos um propósito divino para “ser”.

quarta-feira, 11 de fevereiro de 2009

>> Aprendendo de Lincoln

O dia que antecedeu o seu 52º aniversário, Abraham Lincoln deixou Springfield, Illinois, para tornar-se Presidente dos EUA. Com a ameaça de uma guerra civil no horizonte, ele se despediu de seus amigos e vizinhos que vieram vê-lo partir, e lhes disse: "Eu estou indo embora, não sabendo quando, ou se eu votarei, tendo diante de mim uma tarefa maior do que aquela que o Presidente Washington teve sobre ele. Sem a assistência do mesmo Ser Divino que sempre cuidou dele, eu não posso ter sucesso. Mas com esta assistência, não irei falhar. Confio nele que pode ir comigo e permanecer com vocês e estar em todo lugar para o bem, vamos esperar confiantemente que tudo ficará bem. Recomendo-lhes aos Seus cuidados e espero que vocês em suas orações também me recomendarão a Ele, assim me despeço de vocês".

A confiança de Lincoln ao esperar em Deus por orientação e forças reflete a instrução de Salomão: "Confia no SENHOR de todo o teu coração e não te estribes no teu próprio entendimento. Reconhece-o em todos os teus caminhos, e ele endireitará as tuas veredas" (Provérbios 3:5-6).

Neste segundo centenário de aniversário do nascimento de Lincoln, celebramos a sua amabilidade, integridade e coragem. Dele também podemos aprender como enfrentar um futuro temeroso, com esperança confiante no Senhor.

segunda-feira, 3 de novembro de 2008

O beijo...

O beijo que ama, é o mesmo que odeia
A língua que toca é a mesma que julgua.
Os lábios que unem são os mesmos que Ferem...

A boca que jorra
Águas doces
O rio em que correm
Palavras doces...
O beijo que sela o matrimônio
É o mesmo que entrega aos malfeitores
Os lábios que atraem, os labios que mentem
Que dizem te amo, amanhã te esqueço...

Quem é o Seu Deus?

Num funeral, certa vez, ouvi alguém dizer do falecido: "Ele estava próximo do seu deus. Agora ele está seguro".

Em momentos como esse, desejaria que fosse verdade que cada um pudesse ter seu próprio deus, viver da maneira que quisesse, e também estivesse seguro da vida eterna no céu. Então não precisaríamos pensar tão seriamente a respeito da morte. Não precisaríamos estar preocupados em saber onde nossos entes queridos descrentes, foram quando morreram.

Mas as Escrituras dizem que existe apenas um único Deus verdadeiro. "O SENHOR, o seu Deus, é o único SENHOR" (Deuteronômio 6:4). E ele é santo (Levítico 19:2). Ele diz que não estamos à altura de seus padrões para ter um relacionamento com ele. "Pois todos pecaram e estão destituídos da glória de Deus" (Romanos 3:23). Nossos pecados nos alienaram de Deus.

Por amor, o Pai celestial providenciou um caminho até ele, por meio de seu perfeito Filho Jesus, que morreu para pagar o castigo pelos nossos pecados. "Porque Deus tanto amou o mundo que deu o seu Filho Unigênito, para que todo o que nele crer não pereça, mas tenha a vida eterna" (João 3: 16). Mas precisamos submeter nossos corações e receber o seu dom do perdão.

Existe apenas um Deus verdadeiro. Ele é santo e providenciou o único caminho para a vida eterna através de Jesus. Ele é o Deus em quem você confia? Pense a respeito disso – seriamente.

segunda-feira, 27 de outubro de 2008

>> UMA HISTÓRIA INTERESSANTE... SOBRE A BÍBLIA!

Fato ocorrido em 1892:

Um senhor de 70 anos viajava de trem tendo ao seu lado um jovem universitário, que lia o seu livro de ciências. O senhor, por sua
vez, lia um livro de capa preta. Foi quando o jovem percebeu que se tratava da Bíblia, e estava aberta no livro de Marcos. Sem muita
cerimônia o jovem interrompeu a leitura do velho e perguntou:

- O senhor ainda acredita neste livro cheio de fábulas e crendices?
- Sim. Mas não é um livro de crendices é a Palavra de Deus.

Estou errado?

- Claro que está! Creio que o senhor deveria estudar a história geral. Veria que a Revolução Francesa, ocorrida há mais de 100
anos, mostrou a miopia da religião. Somente pessoas sem cultura ainda crêem que Deus criou o mundo em seis dias. O senhor deveria
conhecer um pouco mais sobre o que os cientistas dizem sobre isso.

- É mesmo? E o que dizem os cientistas sobre a Bíblia?
- Bem, respondeu o universitário, vou descer na próxima estação, mas deixe o seu cartão que eu lhe enviarei o material pelo correio.
O velho então, cuidadosamente, abriu o bolso interno do paletó, e deu o cartão ao universitário. Quando o jovem leu o que estava
escrito saiu cabisbaixo se sentindo pior que uma ameba. O cartão dizia:


'Louis Pasteur, Diretor do Instituto de Pesquisas Científicas da École Normale de Paris'.

'UM POUCO DE CIÊNCIA NOS AFASTA DE DEUS . MUITO, NOS APROXIMA'


Assinado : Louis Pasteur

quinta-feira, 9 de outubro de 2008

>> A corrente da Desgraça (falta de graça)

Quando me sinto injustiçado, posso inventar centenas de razões contra o perdão. "Ele precisa aprender uma lição". "Vou deixá-la sofrendo por um tempo; isto vai fazer-lhe bem". "Não sou eu quem deve dar o primeiro passo". Quando finalmente me rendo ao ponto de conceder o perdão, parece que ocorre um salto, da razão para a emoção.

Um fator que me motiva a perdoar é que como cristão, filho de um Pai que perdoa, devo fazê-lo. Jesus disse: "Se tiverem alguma coisa contra alguém, perdoem-no, para que também o Pai celestial lhes perdoe os seus pecados" (Mateus 11:25).

Mas além disso, posso identificar três razões pragmáticas. Primeiro, o perdão interrompe o ciclo da culpa e da dor, quebrando a corrente da falta de graça. Sem o perdão, permanecemos presos às pessoas às quais não conseguimos perdoar, presos nas garras do seu domínio.

Segundo, o perdão liberta o ofensor da culpa. Dá a possibilidade de transformação da parte culpada, mesmo se ainda for necessária uma justa punição.

E terceiro, o perdão cria uma ligação notável, colocando aquele que perdoou do lado do ofensor. Não somos muito diferentes dos que erram como gostaríamos de pensar, pois nós também precisamos pedir ao nosso Pai celestial: "Perdoa as nossas dívidas" (Mateus 6:12).

segunda-feira, 22 de setembro de 2008

>> Braços de Amor

Muitos estudantes universitários fazem viagens missionárias durante o verão. Mas é raro que alguém volte com planos de resgatar um bebê. Mallery Thurlow, estudante de uma universidade de Michigan, foi para o Haiti ajudar a distribuir comida. Certo dia, apareceu uma mãe no centro de distribuição com uma criancinha muito doente em seus braços. A mulher não tinha opções. A criança precisava fazer uma cirurgia, mas ninguém queria fazê-la. Sem intervenção cirúrgica, a criança ia morrer. Mallery tomou a bebezinha Rose em seus braços – e no seu coração.

Depois de voltar para os EUA, Mallery procurou alguém que pudesse operar o bebê. A maioria dos médicos dava pouca esperança. Por fim, Rose recebeu um visto para poder sair do Haiti e Mallery foi buscá-la. O Hospital de Crianças de Detroit doou a cirurgia de 100 mil dólares, que teve grande êxito. Uma pequena vida foi salva.

É pouco provável que nós venhamos a ter um impacto tão dramático sobre outras pessoas. Mas, desafiados pela disposição dessa estudante, podemos encontrar formas de prover ajuda. Ela não deixou que as circunstâncias, sua juventude e as inconveniências a impedissem de salvar a vida de Rose.
Como ela, somos chamados a amar "em ação e em verdade" (1 João 3:18). Quem necessita que você seja os braços amorosos de Deus, hoje?
Meditação: Não amemos de palavra nem de boca, mas em ação e em verdade. (1 João 3:18)
Pensamento: A compaixão coloca o amor em ação.
Leitura: 1 João 3:16-20.